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Assessoria de Comunicação
As Mulheres e o HIV no sistema penitenciário
Publicação conjunta do UNODC-UNAIDS aborda tendências e desafios do problema do HIV em penitenciárias femininas
As prisões são ambientes de alto risco para a transmissão do HIV. Mundialmente, os níveis de contaminação pelo HIV no sistema penitenciário tendem a ser muito mais elevado do que na população fora prisões. A prevalência do uso de drogas e contaminação do HIV é, geralmente, maior entre as mulheres em privação de liberdade do que entre os homens na mesma situação. No sistema penitenciário, as mulheres são vulneráveis à violência sexual e a comportamentos de risco, como tatuagens feitas de forma insegura, uso de drogas injetáveis e automutilação.
A vulnerabilidade ao HIV às mulheres em privação de liberdade é uma questão crucial ao HIV e a aids. Globalmente, as mulheres representam cerca de 5 por cento do total da população penitenciário. Contudo, esta porcentagem está aumentando rapidamente, especialmente em países que apresentam altos níveis de consumo de substâncias ilícitas. De forma global, em 2005, mais de meio milhão de mulheres e adolescentes foram detidas. Apesar de, ou mesmo devido ao fato das mulheres reclusas constituírem uma pequena porção da população penitenciária, trabalhar com esta população apresenta específicos para as autoridades.
"As Mulheres e o HIV no sistema penitenciário" (Woman and HIV in prision settings, em inglês) apresenta fatores que tornam as mulheres especialmente vulneráveis ao HIV dentro das prisões. Esta nova publicação centra-se nas questões a serem consideradas e as medidas a serem tomadas para uma resposta abrangente ao HIV no sistema penitenciário, e leva em conta as necessidades específicas das mulheres em privação de liberdade.
Veja na íntegra a publicação "As Mulheres e o HIV no sistema penitenciário" (PDF em inglês).
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